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Março 27, 2008 :::
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(...)por linhas tortas da minha solidão
não espero um grande amor
meu encanto está ausente
sem cores nas ruas
meu olhar está tão perdido
tão distante de qualquer esperança
a dor parece ter roubado minha identidade
minha razão
junto a confusão de não saber quem é
esse novo eu
que insiste em levar depressa meus dias, meu sono
meus ideais
quando assisto a tv vejo bocas,
almas que se amam
nem lembro o dia em que foi assim
talvez por eu nunca tenha vivido.
Dani (09/03/08)
::: posted by DANIELA REIS at 16:40
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Março 7, 2008 :::
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Não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre.
------>muito, mas muito pensativa...Essa certeza que não serei eu mesma para sempre se firma a cada dia, em alguns momentos me vi imaginando minha vida mudar, mas ela não mudou.
... sem rumo...
::: posted by DANIELA REIS at 16:15
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Março 6, 2008 :::
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“É melhor tentar e falhar, que preocupar-se e ver a vida passar. É melhor tentar, ainda que em vão, que sentar-se fazendo nada até o final. Eu prefiro na chuva caminhar, que em dias tristes em casa me esconder. Prefiro ser feliz, embora louco, que em conformidade viver.”
(Martin luther king)
------>quando você descobre que a felicidade custa tão caro volta, coloca ela denovo na prateleira olha pro balconista e diz: -Obrigada, eu volto outro dia! Volta pra casa, pensa, pensa e pensa...
Você acaba se acostumando, isso vira fato.
::: posted by DANIELA REIS at 16:48
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Março 2, 2008 :::
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Definitivo
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...
(Carlos Drumond de Andrade)
------>não desperdíce as chances que o leque da vida lhe oferece, elas são muitas...Probabilidade de errar? MAIORES ainda!!!!
O meu único objetivo/meta? Felicidade e transparência, sempre...
::: posted by DANIELA REIS at 16:33